Luciana Bollina
Atriz, Bailarina e Cantora

Dados Pessoais
Drt: 20832
Idade: 25 anos
Altura: 1.65m
Peso: 55kg
Principais Trabalhos (começando pelos mais recentes)
Hair - musical adaptado da Broadway, dirigido por Charles Moeller e Claudio Botelho. Texto e letras de Gerome Ragni e James Rado. Música de Galt Macdermot. Coreografia de Alonso Barros.
Trupe Teatral Criança Esperança – programa da Rede Globo que tem como finalidade arrecadar dinheiro para instituições carentes, com direção geral de Ulisses Cruz e Wolf Maia. Luciana integrou a Trupe Teatral contratada para a apresentação do show anual. (2010)
"Pernas Pro Ar" - como Nossa Senhora de Fátima e "Secretária", produzido por Raia Produções Artísticas e A Gente Se Fala Produções, estrelado por Claudia Raia e dirigido por Cacá Carvalho (Luciana integrou o elenco desde Novembro de 2009 a Março de 2010- temporada de tournês).
“Tom e Vinícius – O musical”- Escrito por Eucanaã Rodrigues e Daniela Pereira, com direção de Daniel Herz e direção musical de Josimar Carneiro. Coreografias de Márcia Rubim. (2008/2009)
“Dance, Dance, Dance”- novela da Bandeirantes.Como a personagem Nadira Mansur (2007/2008). Reprise no canal de TV aberta "Boomerang" (2009).
"Vôo" - Monólogo poético com texto de sua autoria e dirigido por Guily (Guilherme Rahner) Em cartaz em São paulo- 2007 e participação no Festival Internacional de Curitiba (FRINGE)- 2008.
“Sweet Charity” – como a personagem Frug Lider e substituta de Nickie, produzido pela CIE Brasil, dirigido por Charles Möeller e Cláudio Botelho e estrelado por Claudia Raia (apresentado em 2006/2007 no Citybank Hall e temporada no Rio de Janeiro, no espaço Vivo Rio).
Cine in Show (produto da Cantando na Chuva Criações artísticas) - companhia de cantores performáticos no qual fez parte em 2005 e 2006.
“Chicago- o musical” – O primeiro musical da atriz como a personagem Annie, produzido pela CIE Brasil, dirigido por Scott Faris, coreografado por de Gary Chryst.(Apresentado em 2004 no Teatro Abril).
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Breve descrição dos ideais artísticos e pessoais |
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Nunca tive dúvidas na hora de escolher minha profissão. Sempre quis ser artista. Talvez seja porque ser artista não é só uma profissão.Mas gostaria de ser todos os tipos de artista! Não bastava apenas dançar, nem apenas interpretar, nem apenas cantar, nem apenas desenhar, nem apenas ser apenas uma. Eu gostaria de criar da maneira que eu bem entendesse. E para bem entender alguma coisa é necessário estudar essa coisa profundamente e ter a sensibilidade de perceber como manifestar sua idéia sob o ponto de vista daquela forma de arte. Consegui estudar dança, teatro e canto, mas o estudo não é apenas técnico, também envolve intuição, vocação e muita paciência. Também acho que o artista deve ousar e fazer arte, mesmo sem ter tanto preparo. Acho que quando estudamos muito também criamos barreiras. Quando penso que poderia estudar mais, estudo, me dedico, mas ganho muito conteúdo também só de observar o mundo e vejo a arte pulsar nas coisas comuns. Essa é a minha maneira de estudar todos os dias. Os olhos de um artista podem ser olhos bons, críticos, angustiados, curiosos, solitários, podem ser mais infelizes que felizes porque são olhos que buscam incessantemente a verdade sobre a vida. Respeito aqueles que são angustiados e se limitam à dizer sobre as dificuldades que o ser humano enfrenta. Mas a arte que acredito é para mudar para melhor e para ir além do comum. Retratar a dor para movimentar para a realização. Tenho necessidade de me expressar artísticamente da maneira que for possível. Acho que o mundo precisa mais de artistas do que de sacerdotes. Mais de arte que de sensacionalismo. Mais de amor do que de críticas. Acho que na arte existe Deus. Esse Deus que não conhecemos direito porque vive em nós e não no céu ou fora de nós. E minha arte tenta fazer pensar aqueles que não pensam, tenta fazer falar aqueles que não se expressam, tenta transformar a sombra em luz, tenta abraçar aqueles que precisam de colo, tenta fazer amar aqueles que nem sequer se deixam ser amados, tentando movimentar alguma coisa dentro daqueles que são de pedra. Busco me aperfeiçoar. Quero evoluir, custe o que custar! Mesmo se eu tiver que mudar tudo! Todos os vícios e costumes... A transformação me fascina e me move. Enfim, quero compactuar com a arte que compartilha, que doa, que ama, que mostra, que escancara a capacidade de todos nós sermos o melhor que podemos ser. Esse é o meu objetivo artístico e pessoal, e , sendo assim é meu motivo de levantar da cama e viver a vida o melhor possível!
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Do mundo à minha volta
Do mundo à minha volta, sou a volta
Do arco da minha aura, sou a cor
Do sorriso infeliz, sou a infelicidade
Do beijo na boca, sou a língua
Do espaço curvo, sou a sinuosidade
Da cidade, sou a eletricidade
Da paz, sou o vazio.
No aceleramento de um crescer amado e sofrido. Digo que cresço para ser a sutileza de uma música. De todas as coisas, sou aquilo que se chama de Tudo. Tudo é o meu nome.
Tudo e suas sutilezas de ser. Diversificado tudo. Paradoxal e celestial e ambíguo Tudo.
Do Ser, sou o centro.
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