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Vôo é um espetáculo escrito e interpretado pela atriz, cantora e bailarina Luciana Bollina (Em cartaz com o Musical – Tom e Vinícius). Vôo estreou na cidade de São Paulo, no Teatrix, onde esteve em cartaz de Agosto a Outubro de 2007. Em Março de 2008, participou do Festival Internacional de Teatro de Curitiba e recebe agora nova montagem no Rio de Janeiro no Teatro Municipal do Jockey sob a direção de Ricardo Conti. A 1ª temporada será nos meses de Maio e Junho, em Julho no Lunático Café e Cultura e com reestréia em Agosto de 2009 (Reestréia sujeita a confirmação de pauta).
A peça oferece em seu conteúdo uma viagem lúdica, filosófica e performática sobre a eterna busca pela liberdade. Revela o percurso de transformação de uma jovem, numa linguagem teatral que faz analogia à fase de transformação da lagarta à borboleta. A personagem se refugia em seu casulo, mas anseia poder voar. Ela se fragiliza e se fortalece encontrando em si própria o seu ponto de transformação. Voa com liberdade rumo ao seu próprio caminho. O Objetivo artístico deste projeto é iluminar a consciência humana através deste olhar questionador, sensível e apaixonado da mulher. Através do incômodo da jovem personagem com relação aos limites e barreiras da sociedade e seu questionamento quanto aos rótulos do mundo material, estabelece-se uma separação entre seu mundo interno e cheio de possibilidades, e o mundo comum a todos nós.
Vôo põe em evidência os temores internos, os bloqueios externos, os hábitos de uma geração de jovens super conectada pelas tecnologias, amedrontada pela violência cotidiana e amparada por drogas e psicotrópicos utilizados como fuga e como forma de socialização.
Todo o anseio da personagem propõe em si uma conscientização do Ser e suas capacidades de transformação diante da vida, percebendo as escolhas como potencial libertador.
Ampliar a consciência nas asas da liberdade criativa - Esse é o objetivo maior do “Voo”. Somos o que escolhemos. Esta é a verdadeira liberdade. Ter liberdade é ter a coragem de optar. É este o poder transformador que permite ao Ser, voar.
Ricardo Conti.
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